Aventurar-se é um verbo.

Um momento, apenas um momento. Dizem que a vida é feita de momentos, então esse merece entrar para a minha história.

Meu amigo me chamava de aventureira e eu sonhava baixinho na esperança de que eu fosse mesmo. Era o que eu pensava até uma aventureira tropeçar na porta da minha casa.

Alex. Ela é da Alemanha, tem 25 anos e tirou um ano para viajar pelo mundo. Veio para São Paulo e não tinha onde ficar e nem sabia o que fazer. Os planos incluiam Africa, America do Sul, America do Norte e minha casa. Por amigos em comum, ela se encaixou aqui e permaneceu por quase três dias.

Três dias e vários momentos. Eu não conheço São Paulo, mas decidi me entregar e conhecer com ela. Foi 25 de Março, Sé, Mercadão, av Paulista e Shopping em um só dia. No outro foi Ibirapuera até a Liberdade, sem esquecer da Vila Madalena. Lugares, todo mundo gosta de conhecer, mas só são lugares. Pessoas e seus momentos é diferente.

Ela se vai, se foi, mas eu fico aqui, desejando ser aventureira também. Ensinei pouco, mas aprendi muito. Dei meu tudo, mas recebi em dobro. Tentei agradar, mas eu que fui agradada. Em poucos dias, ela me mostrou o mundo. 

Talvez a vida seja isso, afinal. Esse momento bom e sentimento gostoso dentro do peito. Sente quem se deixa sentir. Vive só quem quer viver. Se aventura quem vive e sente, tudo ao mesmo tempo.

Com os bons momentos gravado na mente e uma saudade que já aparece no coração, eu escolho ser aventureira também.

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