‘Palavras, apenas, palavras pequenas, palavras ao vento…’

Eu digo e insisto: a palavra é o maior bem que temos.

Acredito nela mais do que acredito em mim mesma. Desejei ser dona do silêncio, mas logo me pego escrevendo e perguntando e comentando e dizendo. Talvez seja isso que eu faço de melhor (ou pior).

Por realmente acreditar nela, me prendo fortemente no que  sai da boca das pessoas. Acredito nas promessas, nas ações e (todas) as suas razões. Eu desejaria esquecer, mas tenho boa memória. Elas me dizem seus planos, suas obrigações e me dão as mais belas citações que eu guardo na agenda da memória. Talvez elas se esquecem ou se deixam esquecer, enquanto eu lembro. E hoje percebo que ter as palavras é ter nada.

Deixo aqui minhas mais sinceras palavras, na esperança de que elas, pelo menos uma vez, signifiquem alguma coisa.

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